Desde que o termo se popularizou, nunca se falou tanto em redes sociais. Elas estão no noticiário, em matérias espalhadas por todas as mídias. Têm se multiplicado em planejamentos, orientado palestras, servindo de tema a cursos concorridos (e caros), nem sempre com função muito clara, além de emprestar um certo ar de contemporaneidade ou servir como panacéia aos mais variados problemas de comunicação. A onipresença do tema no recém-encerrado Digital Age 2.0 é um bom exemplo disso.
Tanto hype, já começa a movimentar somas consideráveis. No que diz respeito ao marketing, a consultoria norte-americana eMarketer estima que até 2011, apenas nos EUA, anunciantes deverão aplicar nelas mais de US$ 2 bilhões. Só o Facebook, a rede que mais cresce no mundo atualmente, seguida do Twitter, poderá receber metade desses investimentos.
Sim, investir em redes sociais dá resultado. E, como tudo no meio digital, é possível mensurá-lo com perfeição e abundância de detalhes. O que as empresas precisam ter em mente, e muitos usuários que as utilizam para fins pessoais também, é que o bom senso no uso desses novos meios de interação e a correta interpretação dos dados coletados pelos softwares de aferição de tráfego continuam essenciais para garantir os resultados pretendidos pelo planejamento estratégico.
É necessário, também, escolher o(s) meio(s) adequado(s) à suas necessidades de comunicação, e ter cuidado tanto com conteúdo, quanto com a forma com que a mensagem é apresentada. Não adianta, por exemplo, uma marca ou personalidade pública utilizar uma forma de rede social como o twitter (que conta com ferramentas que possibilitam excelente controle estatístico) apenas para marcar presença, divulgando banalidades, espalhando boatos, publicando informações incorretas com erros crassos de gramática e digitação. Pega muito mal. Melhor ficar de fora.
As redes sociais expandiram o conceito de comunidade a um patamar, há décadas, sequer cogitado por futurólogos e analistas de tendência. Sua imensa utilidade para formar grupos, interagir e encontrar pessoas, se multiplica a cada dia, apresentando novas funcionalidades para os públicos mais diversos.
Abaixo, disponibilizamos alguns links de redes sociais:
Patientslikeme - rede para pacientes de doenças crônicas
Gamblinghelp – rede de apoio a viciados em jogo
Beautifulpeople - para pessoas bonitas
Myartinfo - Para artistas
Asmallworld - Para ricos
Soundcloud - Para produtores de música (DJs, músicos, selos)
Dikajob - Rede Social de Profissionais da Indústria Farmacêutica
10 redes bizarras segundo a revista PC Word (em inglês)


